Salmos 41:5

Os meus inimigos falam mal de mim: Quando morrerá e lhe perecerá o nome?

1993 - Almeida Revisada e Atualizada

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Este versículo em outras versões da Bíblia

My enemies say of me in malice, "When will he die and his name perish?"

New International Version

Meus inimigos só me desejam o mal e murmuram: ´Quando ele morrerá? E quando seu nome desaparecerá da face da terra?`

King James Atualizada

Os meus inimigos dizem maldosamente a meu respeito: "Quando ele vai morrer? Quando vai desaparecer o seu nome? "

Nova Versão Internacional

Os meus inimigos falam mal de mim, dizendo: Quando morrerá ele, e perecerá o seu nome?

1969 - Almeida Revisada e Corrigida

Meus inimigos fallão mal de mim, dizendo; quando virá a morrer, e perecerá seu nome?

1848 - Almeida Antiga

Os meus inimigos falam mal de mim: ´Quando é que ele vai morrer e ser esquecido?`

2017 - Nova Almeida Aualizada

Mine enemies speak evil against me, [saying], When will he die, and his name perish?

American Standard Version

My haters say evil against me, When will he be dead, and his name come to an end?

Basic English Bible

Os meus inimigos falam mal de mim, dizendo: Quando morrerá ele, e perecerá o seu nome?

Almeida Recebida

Meus inimigos, porém, só falam mal de mim: ´Quando ele morrerá e será esquecido?`.

Nova Versão Transformadora

Os meus inimigos falam mal de mim e perguntam: ´Quando será que ele vai morrer e ser esquecido?`

2000 - Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Os meus inimigos falam mal de mim, dizendo: Quando morrerá ele, e perecerá o seu nome?

2009 - Almeida Revisada e Corrigida

Salmos 41

Bem-aventurado o que acode ao necessitado; o Senhor o livra no dia do mal.
O Senhor o protege, preserva-lhe a vida e o faz feliz na terra; não o entrega à discrição dos seus inimigos.
O Senhor o assiste no leito da enfermidade; na doença, tu lhe afofas a cama.
Disse eu: compadece-te de mim, Senhor; sara a minha alma, porque pequei contra ti.
05
Os meus inimigos falam mal de mim: Quando morrerá e lhe perecerá o nome?
Se algum deles me vem visitar, diz coisas vãs, amontoando no coração malícias; em saindo, é disso que fala.
De mim rosnam à uma todos os que me odeiam; engendram males contra mim, dizendo:
Peste maligna deu nele, e: Caiu de cama, já não há de levantar-se.
Até o meu amigo íntimo, em quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o calcanhar.
Tu, porém, Senhor, compadece-te de mim e levanta-me, para que eu lhes pague segundo merecem.